Um grupo paramilitar tem gerado forte polémica após ser acusado por organizações de direitos civis de atuar como uma força de supremacistas brancos. Os membros desta milícia têm sido apontados por se substituírem ilegalmente às autoridades competentes, utilizando armas e uma forte componente de motivação religiosa para impedir ativamente a chegada e a passagem de migrantes. A situação levanta sérias questões sobre a segurança, a legalidade destas patrulhas e o controlo das fronteiras, colocando em debate a atuação destes grupos à margem da lei. Fonte: Observador
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