Frigoríficos e congeladores de supermercados em sete países europeus foram alvo de uma nova vaga de incidentes suspeitos de ciberataque. Os sistemas de refrigeração foram manipulados à distância, levando a temperaturas anormais. A União Europeia condenou os incidentes, classificando-os como uma tentativa deliberada de perturbar a cadeia de abastecimento alimentar e minar a confiança dos consumidores. A situação está a levantar preocupações sobre a segurança alimentar e a vulnerabilidade dos equipamentos ligados à internet. Os responsáveis pelos incidentes ainda não foram identificados, mas as suspeitas estão apontadas para grupos associados à Rússia ou à China. O contexto internacional contribui para essas suspeitas. A identificação dos autores é dificultada pela simplicidade dos métodos utilizados. Segundo o especialista da Sophos, os ataques podem ser executados sem recurso a software malicioso, deixando poucos vestígios técnicos que permitam identificar os responsáveis. O problema ultrapassa os frigoríficos e é uma questão de segurança alimentar e cibersegurança. A União Europeia está a trabalhar para prevenir futuros incidentes e garantir a segurança dos consumidores.
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