A visita do Bastonário da Ordem dos Advogados à Loja AIMA dos Anjos, em Lisboa, escancarou velhos problemas já denunciados por imigrantes e profissionais: filas desde a madrugada, escassez de senhas e falta de funcionários. O lema de que a advocacia não pode esperar à porta levanta um debate legítimo sobre a perceção de tratamento preferencial face aos cidadãos comuns que aguardam horas pelo atendimento. No entanto, a Ordem e os profissionais lembram que a prerrogativa de atendimento não visa beneficiar o advogado em causa própria, mas sim dar celeridade aos processos de cidadãos que não podem faltar ao trabalho, idosos ou pessoas que dependem daquele documento urgente para viver, trabalhar ou matricular os filhos. Fonte: dinheirovivo.pt - dn
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