Os Planos Poupança-Reforma (PPR) devem ser encarados como instrumentos de planeamento financeiro e não apenas como uma forma de obter uma dedução fiscal imediata. Num contexto de inflação que pressiona o poder de compra, tomar decisões conscientes sobre poupança e investimento é fundamental. Para além da dedução de 20% em IRS à entrada, os PPR destacam-se pela tributação mais favorável dos rendimentos gerados no momento do reembolso, com taxas efetivas que podem descer substancialmente face aos produtos financeiros tradicionais, dependendo do cumprimento dos prazos e condições legalmente previstos. Fonte: ECO (Portugal)
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