A França está prestes a enfrentar um dia de greve geral nervoso, com milhares de trabalhadores aderindo à convocação dos sindicatos. A greve foi convocada por uma ampla coligação intersindical, destacando-se as cinco principais organizações sindicais. A autarquia e a polícia travaram um braço de ferro legal com os sindicatos para impor o desvio do percurso da grande marcha. A possibilidade do regresso da violência faz parte dos cenários antecipados pelas autoridades. A greve geral é um protesto contra as medidas propostas pelo governo, que incluem cortes orçamentais e reduções de segurança social. Os sindicatos argumentam que essas medidas agravarão a pobreza e reduzirão drasticamente a segurança social. A Liga Francesa de Direitos Humanos afirmou que houve uma 'guinada autoritária' para sufocar 'qualquer voz dissidente'. Sophie Binet, líder do sindicato de esquerda CGT, criticou as decisões das autoridades em cidades como Rennes, Toulouse e Lyon de expulsar as manifestações dos centros urbanos. Soldados franceses patrulharam Paris na véspera do dia de greve, na tentativa de induzir manifestações que não descambem para a violência. Existem indicações e medidas específicas para o dia, uma vez que as autoridades francesas classificaram a jornada de greve geral como de 'alto risco'. Os relatórios dos serviços de informação alertaram para a possibilidade de uma escalada de violência nos centros urbanos, o que levou à ativação de protocolos rigorosos de prevenção. Os lojistas foram aconselhados a fecharem mais cedo, protegerem as montras e retirarem da via pública todo o tipo de mobiliário. Várias prefeituras francesas tomaram medidas legais para proteger as zonas comerciais. Em Paris, onde se esperam 80 mil manifestantes, a autarquia e a polícia travaram um braço de ferro legal com os sindicatos para impor o desvio do percurso da grande marcha. A greve geral foi convocada por uma ampla coligação intersindical, destacando-se as cinco principais organizações sindicais: CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail), CGT (Confédération Générale du Travail), Force Ouvrière (FO), UNSA (Union Nationale des Syndicats Autonomes) e FSU (Fédération Syndicale Unitaire).
También lo cubren: Jornal Económico (Portugal).
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