O Público avança esta quinta-feira, 5 de novembro, que o INE revê estatísticas e conclui que mais de 780 mil pessoas saíram de Portugal em cinco anos. Trata-se, segundo escreve, de um fluxo de saídas muito acima das estimativas anteriores e das 350 mil previstas a partir dos dados do Observatório da Emigração para o mesmo período de 2021 a 2025. Neste jornal, destaque ainda para o "triunfo esmagador dos democratas" nas intercales dos Estados Unidos e para uma notícia que diz que o Estado herdou dez ações do Benfica, mas quer desfazer-se delas. "Governo procura racionalizar participações em empresas, mas acaba a ficar com posições não desejadas através de heranças ou abandonos", diz. O Jornal de Notícias dá destaque ao caso de uma empregada de limpeza que burlou amigos com falsa venda de casa na Ucrânia e perdeu fortuna nas criptomoedas. No Correio da Manhã , é a "caça" a carros de luxo de amigo de Fernando Madureira, ex-líder dos Super Dragões, que está em destaque. No Diário de Notícias lê-se que a onda democrata "varre" os Estados Unidos no destaque fotográfico. A manchete é para noticiar que três em cada dez portugueses diz não ter recebido cuidados de saúde no tempo adequado. O Negócios avança que os estrangeiros já representam 40% da mão de obra na construção. Dados do Banco de Portugal "mostram que peso dos trabalhadores estrangeiros mais do que duplicou em década e meia, tornando-se fundamentais para manter a capacidade produtiva", lê-se. O Eco escreve que os portugueses vão trabalhar até mais tarde do que a maioria dos europeus. " A idade legal de reforma em Portugal atingirá 69,7 anos em 2080, segundo estimativas da Comissão Europeia, com dois terços de cada ano adicional de vida aos 65 anos a serem passados a trabalhar", explica.
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