Drone português da Tekever descola e aterra pela primeira vez num porta-aviões da Marinha britânica

Fuente: SAPO 2025 SAPO · sociedad · Portugal, Portugal

Drone português da Tekever descola e aterra pela primeira vez num porta-aviões da Marinha britânica

Para efectuar a subscrição é necessário iniciar a sessão. Utilizamos conexões seguras e nunca partilhamos os seus dados com terceiros. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade. Acesso imediato a todo o conteúdo Premium. Cancele quando quiser. A Tekever realizou pela primeira vez a descolagem e aterragem de um drone a partir de um porta-aviões da Marinha Real britânica . A demonstração decorreu a bordo do navio HMS Queen Elizabeth, durante o exercício militar “Heavy Lift Challenge 3”, e testou a capacidade da aeronave não tripulada AR5 para operar em ambiente marítimo e apoiar missões das forças navais. O sistema autónomo descolou do Centro de Operações de Voo e Formação da tecnológica portuguesa, na Atouguia da Baleia, em Portugal, e voou durante cerca de 90 minutos até chegar ao porta-aviões. A partir do convés de voo, realizou duas aterragens e duas descolagens , regressando depois à base portuguesa num voo de aproximadamente 120 minutos. “A operação do AR5 a partir de um porta-aviões, pela primeira vez, representa um passo importante na integração de capacidades comprovadas nas operações navais. A Tekever está a permitir que as forças navais realizem missões com maior flexibilidade, alarguem o alcance operacional e respondam à evolução das exigências operacionais no mar”, refere Tiago Nunes, diretor de plataformas da Tekever, citado em comunicado. A operação, realizada em colaboração com a Marinha Real, o Exército Britânico, a Força Aérea Real e parceiros da indústria, procurou demonstrar como os sistemas não tripulados de asa fixa podem reforçar as operações de logística, apoio e informação, vigilância, deteção de alvos e reconhecimento (ISTAR). O exercício permitiu ainda testar a integração do AR5 com outros sistemas utilizados num grupo de porta-aviões. “O sucesso da operação de um AR5 da Tekever a partir do HMS Queen Elizabeth proporcionou informações valiosas sobre a forma como os sistemas não tripulados podem apoiar a logística, a manutenção e tarefas operacionais mais amplas em ambientes marítimos exigentes. Trabalhar em conjunto com colegas do Projeto Corvus e do Pantheon também destacou as vantagens de integrar futuras capacidades ISTAR, logísticas e operacionais num sistema mais coerente”, afirma o capitão-tenente David Burton, responsável pelos ensaios na área de Capacidades Navais da Marinha Real Britânica, na nota de imprensa. A demonstração surge numa fase de reforço da presença da Tekever no Reino Unido. A unicórnio nacional está a desenvolver o programa OVERMATCH, um investimento de 400 milhões de libras (cerca de 470 milhões de euros) ao longo de cinco anos , dedicado à investigação, infraestruturas e tecnologias de Defesa. Em julho, a empresa foi escolhida pelo Ministério da Defesa do Reino Unido para fornecer a próxima geração de drones de vigilância do Exército britânico , num contrato do projeto CORVUS que poderá atingir 400 milhões de libras (cerca de 470 milhões de euros) ao longo da próxima década. Já em setembro, a Tekever adquiriu a Flowcopter, empresa de engenharia de Edimburgo , dando mais um passo no seu processo de expansão no Reino Unido, onde emprega atualmente mais de 300 pessoas, com escritórios, fábricas e instalações de ensaio em Londres, Bristol, Southampton, West Wales, Lydd e Swindon. Recentemente, ao nível de capacidades navais, a companhia, em colaboração com a General Dynamics Mission Systems-Canada, detetaram alvos subaquáticos durante o REPMUS, exercício operacional da Marinha Portuguesa, ganhando capacidade de guerra anti-submarina. No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso. De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história. Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e cre

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