Gostaria de receber as principais notÃcias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notÃcias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em Minha Folha , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na Minha Folha , sua área personalizada Gostaria de receber as principais notÃcias do Brasil e do mundo? Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler. Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha. As investigações realizadas pela PolÃcia Civil sobre corpos encontrados em áreas públicas da cidade de São Paulo avançaram nos últimos dias, e quatro casos tiveram a motivação do crime esclarecida. Em todos eles, os agentes concluÃram que as mortes foram cometidas ou por pessoas que teriam desobedecido regras impostas por criminosos ou que tinham desavenças com eles. Com o avanço das apurações, alguns inquéritos estão em fase de conclusão. A investigação aponta que um dos mortos era um usuário de drogas que teria desviado dinheiro do tráfico, por exemplo. Em outro caso, a vÃtima foi assassinada por criminosos como retaliação por ter cometido furtos sem permissão. Uma terceira pessoa foi morta por vingança de traficantes após ter denunciado a venda de drogas. Um quarto caso também envolve uma pessoa que entrou em conflito com criminosos. Não foram divulgados mais detalhes. Desde o inÃcio, a principal hipótese da polÃcia era de que as mortes eram resultado de retaliações por parte de criminosos, como mostrou a Folha . A reportagem conversou com delegados e investigadores que participam da apuração para entender o que tem motivado a série de crimes na capital paulista. Os investigadores ouvidos disseram que a maior parte dos homicÃdios ainda não esclarecida também envolve pessoas que usavam drogas e que eram suspeitas de cometer furtos e pequenos crimes. Segundo essa hipótese, elas teriam sido mortas a mando de pessoas ligadas ao chamado tribunal do crime, que pune quem não segue as regras estabelecidas pelos criminosos. "Ensacar e descartar é uma forma de melhor transportar o corpo e também evitar fluidos biológicos, sangue e odores. Além de dificultar localização, identificação e investigação", disse a diretora do DHPP (Departamento de HomicÃdios e de Proteção à Pessoa), Ivalda Aleixo, à Folha no inÃcio de outubro. Ela lidera as investigações. Não há ligação entre os casos âos crimes foram cometidos por diferentes grupos, diz a polÃcia. A investigação ainda apura se há participação do PCC (Primeiro Comando da Capital) nas mortes ou se elas foram resultado de desavenças locais. Em dois meses, entre 5 de setembro e esta quinta-feira (5), foram ao menos 14 cadáveres desovados em situações semelhantes na capital paulista, alguns deles amarrados com cordas. A Secretaria de Segurança Pública da gestão TarcÃsio de Freitas (Republicanos) contabiliza um total de 20 ocorrências em toda a região metropolitana de São Paulo. O cadáver de um homem abandonado dentro de um carrinho de supermercado na avenida 23 de Maio, uma das principais vias de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (4), que estava a poucos metros de uma concentração de usuários de crack, não é tratado pela polÃcia no mesmo universo dos demais. Um suspeito de envolvimento no crime foi preso pela PolÃcia Militar . Com ele foi encontrado um revólver. Conforme a PolÃcia Civil, o preso se manteve em silêncio, sem contribuir com a apuração. Um dos casos investigados é o de Jean Victor Sousa Guimarães . O corpo dele foi encontrado em um terreno baldio na rua Paulo da Silva, no Jardim do Lago, zona oeste de São Paulo, em 22 de outubro. Uma câmera de segurança filmou o descarte do cadáver, que tinha as mãos amarradas e um saco na cabeça. Informações passadas por familiares ajudaram a PolÃcia Civil a traçar o perfil da vÃtima, que nasceu em Valença (BA). Segundo os paren
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