A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc) criou uma regra para indicar quais drogas devem ter prioridade no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos planos de saúde. A decisão é baseada em estudos rigorosos e no benefício clínico para os pacientes. De acordo com o estudo publicado no European Journal of Cancer, apenas 4 dos 43 remédios aprovados com base em ensaios randomizados de fase 3 mostraram que os pacientes viviam mais no momento da aprovação e melhoravam a qualidade de vida. A Sboc avalia cada remédio por dois critérios: a qualidade do estudo que levou à aprovação e o tamanho do benefício para o paciente. A regra também considera a presença do remédio na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a existência de necessidade não atendida. O objetivo é garantir que os remédios mais eficazes sejam priorizados e disponibilizados aos pacientes de forma rápida e acessível.
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